Recém-aposentado (em julho), o meia Tcheco agora se tornou auxiliar-técnico do treinador Marquinhos Santos, do Coritiba e segundo ele, está pegando gosto pela nova profissão.

Para Tcheco, esta função que está se exercendo é que ele prefere, depois de ter parado de jogar. “É uma função que depois que eu parei de jogar é onde eu mais me encaixo e me vejo dentro do futebol: auxiliando um treinador, e um treinador que nos dá uma certa prioridade de conversa de opiniões. É lógico que o Marquinhos é que toma as decisões, eu e o Edson Borges estamos ali para auxiliar mesmo. Eu estou tomando gosto por isso”, admitiu.

Nervoso quando está vendo jogo, Tcheco garantiu que é válido ele também dar broncas nos jogadores, dar dicas para o treinador e outras coisas, na beira do campo mesmo. “Agora é uma nova adaptação que eu estou passando no banco junto com o treinador, e às vezes no calor do jogo a gente acaba tendo uma reação que não é muito do padrão do auxiliar, mas sempre dentro do respeito, dentro de uma situação que a gente pode se envolver dentro da partida e eu acho que não tem problema nenhum você chamar o treinador para tentar alertar sobre alguma situação ou poder levantar também e dar uma bronca em algum jogador, ou aplaudir da forma que for a situação”, disse.

E Tcheco avisou aos jogadores que quando alguém levar uma bronca dele, é apenas para ajudar. “Dentro de campo é coisa que eu realmente sei o que fazer, orientar, ajustar algumas coisas técnicas dos jogadores, extrair aquilo o que eles têm de melhor. Por isso que às vezes eu pego muito no pé de um ou de outro, é para o bem deles, tem nossos momentos de descontração também”, finalizou.