Por Esporte Banda B

Deivid expressou sua indignação com a proibição da grama sintética no Brasil (Reprodução/Facebook)

A proibição da grama sintética no Brasil a partir de 2018 segue dando o que falar. Depois da declaração do presidente rubro-negro Luiz Sallim Emed, nesta segunda-feira (21), foi a vez do volante Deivid expressar sua indignação com a decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Segundo o jogador, justificar a força do Atlético na Arena da Baixada através do gramado sintético é ‘balela’ e o piso não diferencia de outros da elite do futebol brasileiro, que conta com campos em condições ruins e apresentando riscos aos atletas.

Através de sua conta no Facebook, o jogador atleticano criticou a adoção da CBF ao argumento dos dirigentes que, segundo ele, nunca pisaram no gramado sintético. “A CBF está de brincadeira em concordar em proibir a grama sintética mesmo sendo aprovada pela FIFA. Dirigentes dos times no qual estão usando a grama como justificativa pela derrota para o nosso clube, pior ainda, pessoas que nunca pisaram no gramado dizendo que nossa grama é prejudicial ao atleta”, escreveu.

Deivid contestou a decisão alegando que existem campos em condições ruins inclusive na elite do futebol brasileiro. “Já peguei tantos gramados com condição de risco de torção no joelho e tornozelo, fora que tem campo de Série A que molham a grama e fica rápida tanto quanto a nossa e ainda escorregadio, que chega a sair barro”, desabafou. “E mais, pode ter certeza que a grama aqui é mais macia que muitas outras gramas naturais de muitos clubes”, completou.

O volante ainda chamou de ‘balela’ a justificativa do bom retrospecto do Atlético como mandante ser pelo gramado sintético. “Vale lembrar também que, mesmo com grama natural, sempre foi difícil jogar na Arena [da Baixada], então tudo balela dizer que obtivemos resultados positivos em casa ano passado só por conta do gramado. Uma boa noite, fiquem com Deus. Minha humilde opinião como atleta sobre esta questão que surgiu da grama”, finalizou.