Após o empate em 2 a 2 com o Palmeiras, na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, os jogadores do Atlético foram unânimes ao reclamarem da arbitragem do carioca Marcelo de Lima Henrique. A principal crítica foi quanto à expulsão de Cléber Santana, aos 36 minutos do 1º tempo. O volante rubro-negro cometeu uma falta, recebeu o amarelo, bateu palmas para o árbitro e foi expulso de campo.

Jogando com um a menos em boa parte do duelo, o Atlético foi guerreiro na etapa final, sofreu o segundo gol, mas conseguiu o empate. “A gente veio em busca da vitória, mas pelas circunstâncias, o empate ficou de bom tamanho. O que ele (o árbitro )fez foi brincadeira, inverteu faltas e estava de maração com a gente”, reclamou o goleiro Renan Rocha.

Até mesmo o diretor de futebol do Atlético, Alfredo Ibiapina, foi discutir com o árbitro e acabou expulso de campo no fim do segundo tempo. “Fomos prejudicados, mas lutamos do início ao fim. Pelo que aconteceu no jogo, o empate deve ser comemorado”, completou o lateral direito Edílson. “Difícil a gente falar de arbitragem, mas vamos ter que lutar contra tudo e contra todos até o fim do campeonato”, afirmou o zagueiro Rafael Santos.

Para o meia Madson, devido às circunstâncias do jogo, que foi nervoso e marcado por reclamações, o Atlético tem que comemorar o fato de não ter perdido e de ter demonstrado bastante raça na etapa final. “Hoje mostramos que nosso grupo está unido. Um ponto não era o que a gente queria, mas nós lutamos e pelo menos não perdemos”, disse o jogador.