Divulgação/Atlético Paranaense
No primeiro turno, Renato Gaúcho e Morro García estrearam no empate em 0 a 0 com o Avaí

Muito semelhantes na fase e na posição incômoda que ocupam na tabela, Avaí e Atlético se enfrentam como quem precisa de ar pra respirar. A problemática é simples: enquanto para o Leão da Ilha vencer significa a chance de diminuir a diferença para o Cruzeiro, primeiro time fora da zona da degola com 29 pontos, para o Furacão é a oportunidade real de deixar o grupo do descenso pela segunda vez em todo campeonato.

Embalado pela vitória suada sobre o Internacional na Arena da Baixada, o Furacão vai contar com o apoio da torcida em plena Ressacada. Mas as supostas vantagens não terminam por aí. Pela frente, o time de Antônio Lopes terá um adversário fragilizado por um jejum de vitórias que já dura sete rodadas. Isso porque o calendário ainda marcava o dia 31 de agosto quando o Avaí sentiu o gosto da vitória pela última vez, sobre o Flamengo. De lá pra cá, o grupo catarinense amargou cinco derrotas e três empates no Brasileirão.

Após perder de virada para o Bahia, o Leão da Ilha foca todas as forças em bater o Rubro-negro, também combatente ativo contra o fantasma da Segundona. Para o zagueiro Gian, enquanto a matemática der esperanças, o time não vai desistir. “Para nós, a saída da zona do rebaixamento será como um título. O nosso grupo está unido. É fácil dizer que um grupo é fechado quando os resultados positivos acontecem. Quero ver fechar em resultado negativo”, afirmou o jogador.

Se é nos números que o Avaí se apega para tentar deixar a zona incômoda, é deles que também se retira o retrospecto favorável ao time catarinense nos confrontos com o Furacão. Em seis partidas disputadas, o Atlético venceu duas, perdeu três e empatou em uma oportunidade, com três gols marcados e seis sofridos.