Como jogador, Renato Gaúcho cansou de brilhar e fazer gols em clássicos. Agora, como treinador, ele terá pela frente uma experiência inédita em sua carreira: pela primeira vez, vai disputar um Atletiba como técnico do Atlético, a partir das 18h deste sábado, no Couto Pereira. Experiente, Renato sabe a importância de ir bem em um jogo dessa grandeza.

Em campo, Renato esconde da maneira que pode a escalação do Furacão para o clássico de logo mais. Sem nenhum titular de fora (apenas Guerrón, Nieto e Santiago García seguem no departamento médico), o treinador conta com as voltas do volante Deivid, suspenso na última rodada do Campeonato Brasileiro, e do zagueiro Fabrício, recuperado de dores na coxa. Com força máxima, Renato deve manter a mesma formação adotada nos jogos anteriores – e que vem dando certo, já que o Atlético está há seis partidas sem perder no Brasileirão.

“Eu sempre penso no lado positivo, que é a minha equipe jogar bem e conseguir o resultado que nos interessa. Até porque é nos grandes jogos que os grandes jogadores aparecem. Um clássico é um jogo bom de jogar, casa cheia, rivalidade e aí você vê quem é quem”, afirmou o treinador atleticano, deixando de lado os três anos sem vitória rubro-negra em um Atletiba.

O Furacão deve ir à campo, para tentar quebrar um tabu de dez jogos sem vencer o rival, com Renan Rocha; Edílson, Manoel, Fabrício e Paulinho; Deivid, Kléberson, Cléber Santana e Marcinho; Madson e Edigar Junio.