Por Pedro Melo 

Atlético pode reencontrar o The Strongest ainda na fase preliminar. (Divulgação/Atlético)

Atlético pode reencontrar o The Strongest ainda na fase preliminar. (Divulgação/Atlético)

A Copa Libertadores terá várias novidades a partir de 2017. Sem os clubes mexicanos e com um número recorde participantes, a competição terá três fases preliminares e o Atlético, sexto colocado do Campeonato Brasileiro, precisará passar por duas delas para chegar na fase de grupos.

A primeira fase da chamada pré-Libertadores será disputada por apenas seis clubes e apenas uma vaga ainda está indefinida. O Universtiário Sucre, da Bolívia, Independiente Del Valle, do Equador, Deportivo Municipal, do Paraguai, Montevideo Wanderers, do Uruguai, e Deportivo Táchira, da Venezuela. Ainda falta uma vaga vinda do Paraguai que está sendo disputada por Capiatá, Cerro Porteño e Sol de América. Deste grupo, apenas três clubes seguem no torneio.

Já a segunda fase preliminar terá a participação do Rubro-Negro e de mais 15 clubes. O Atlético se junta a Botafogo, Atlético Tucuman, da Argentina, The Strongest, do Bolívia, El Nacional, do Equador, Olimpia, do Paraguai, Universitário, do Peru, Milionários, da Colômbia, Colo-Colo, do Chile, e falta a definição de mais uma equipe paraguaia e outra chilena. Oito times se classificam e se enfrentam novamente em fase mata-mata para definir os classificados.

Destas equipes, o Furacão enfrentou Universitário e The Strongest na última vez que disputou a Libertadores, em 2014. Venceu duas vezes a equipe peruana (1 a 0, no Peru, e 3 a 0, em Curitiba), ganhou do time boliviano na Vila Capanema, mas perdeu na altitude de La Paz por 2 a 1 e foi eliminado justamente para o adversário.

Dos 32 times da fase de grupos, 24 deles já são conhecidos. Chapecoense, Palmeiras, Grêmio, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Lanús, San Lorenzo, Estudiantes e Godoy Cruz, todos da Argentina; Sport Boys e Jorge Wilstermann, da Bolívia; Universidad Católica e Deportes Iquique, do Chile; Atlético Nacional, atual campeão, e Independiente Medellín, da Colômbia; Barcelona e Emelec, do Equador; Guaraní e Libertad, do Paraguai; Melgar e Sporting Cristal, do Peru, Nacional e Peñarol, do Uruguai; Zamora e Zulia; da Venezuela.