Atlético estará na Copa do Mundo representado por seu presidente. (Monique Vilela/Banda B)

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai levar para a Copa do Mundo os presidentes das 27 federações, sem acompanhantes, e ainda os mandatários de mais 10 clubes, cinco da Série A (Atlético, Atlético-MG, São Paulo, Ceará e Bahia) e mais cinco da Série B (CRB, Avaí, Paysandu, Brasil de Pelotas e Guarani) para acompanhar jogos na Rússia. A escolha dos times foi feita através de sorteio.

O Secretário-geral da CBF, Walter Feldman, explica o motivo do intercâmbio. “É uma demanda antiga, fizemos uma avaliação e consideramos que os executivos do futebol brasileiro, aqueles que dirigem as federações, sem discriminação, são fundamentais. Nós sabemos os esforços dos presidentes das federações para o desenvolvimento do futebol local e a manutenção de clubes. A CBF compreende a realidade e definiu que todo executivo de futebol tem que estar na Rússia para acompanhar o desenvolvimento de um evento deste porte”, explicou.

Feldman ainda ressaltou que o limite de clubes na Copa do Mundo se dá por questões financeiras. “Nós queríamos que os 20 clubes da Série A e os 20 da Série B fossem. Existe um limite de caráter orçamentário. Fizemos um sorteio para que cinco clubes de cada série pudessem nos acompanhar. Aqueles que estão a frente do futebol brasileiro estarão na Copa da Rússia”, comentou.

Os presidentes das 27 federações e dos 10 clubes estarão presentes na Rússia apenas nas partidas do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo contra Suíça, Sérvia e Costa Rica. “São apenas nos três primeiros jogos. É uma atividade intransferível, só o presidente poderá ir e não está incluído nenhum acompanhante. Uma situação para que ele possa trazer um grau de conhecimento para que seja usado no nosso futebol”, finalizou o dirigente da CBF.