Enfrentar o Fluminense com o comando técnico interino não é novidade para o Atlético Paranaense. No Campeonato Brasileiro de 2009, o Furacão vivia situação complicada quando encarou o Tricolor das Laranjeiras em 2 de agosto. Naquela ocasião, o Furacão não vencia há cinco jogos e havia sido goleado pelo Goiás (3 a 0), o que custou o emprego de Waldemar Lemos.

Para piorar a situação, o time rubro-negro perdeu o mando de campo e teve que enfrentar o Fluminense no estádio do Café, em Londrina. Na ocasião, o preparador físico do CAP, Riva Carli, foi o escolhido para comandar a equipe e deu sorte. Sob o olhar do delegado Antônio Lopes, que estava nas arquibancadas do estádio e seria posteriormente contratado, o Atlético Paranaense venceu por 1 a 0, gol anotado por Paulo Baier. A partir dali o time iniciou a reação no campeonato nacional.

Dois anos depois, o Furacão encara o Fluminense numa situação muito parecida. Na rodada passada, o técnico Adilson Batista pediu para deixar o Atlético. Assim, a Comissão Técnica permanente do clube assume o comando e pretende alcançar, logo mais, no estádio Engenhão, no Rio de Janeiro, o mesmo êxito do passado. Que a história se repita.