Por Pedro Melo 

Jade Barbosa conduziu a tocha próximo da Arena da Baixada. (Geraldo Bubniak)

Jade Barbosa conduziu a tocha próximo da Arena da Baixada. (Geraldo Bubniak)

Emanuel foi o responsável por acender a pira em Curitiba. (Rio 2016/Fernando Soutello)

Emanuel foi o responsável por acender a pira em Curitiba. (Rio 2016/Fernando Soutello)

Curitiba se tornou a capital dos Jogos Olímpicos por um dia e atraiu milhares de pessoas nas ruas durante todo o revezamento da tocha por vários bairros. Desde às 10h30, 170 condutores correram pela cidade até que a pira foi acesa pelo campeão olímpico, Emanuel.

Após participar de cinco Olimpíadas, Emanuel encerrou sua carreira há poucos meses e estava visivelmente comovido por carregar a tocha em sua cidade natal. “Fazer parte desse momento importante para a cidade, a união dos povos, em prol de um campeonato e foi marcante. Estava emocionando desde quando vi os outros condutores dentro do ônibus”, afirmou.

Durante todo o dia, muitos atletas que estarão na Olimpíada do Rio de Janeiro estiveram conduzindo a Tocha e quem atraiu bastante público foi a ginasta Jade Barbosa que demonstrou toda sua felicidade em participar do percurso e também com a proximidade dos jogos. “Estou muito feliz porque a Tocha mostrou que chegou a hora e a expectativa é muito grande. O Brasil vem uma boa fase na ginástica”, disse.

Outros momentos que ficarão marcados na história da tocha foram quando a nadadora Alessandra Marchioro, que não conduziu índice olímpico, levou a tocha até três idosas cadeirantes, no Jardim Botânico, e uma delas, visivelmente emocionada, até beijou a tocha.

Além disso, o sul-africano Chester Williams, campeão mundial de rugby com a África do Sul, em 1995, emocionou alguns funcionários do Rio 2016 por sua história de luta contra o racismo e também arrancou muitos sorrisos da torcida durante o seu percurso.