O Paraná já pode contar com três reforços, apresentados nesta quinta-feira no CT do Ninho da Gralha. O zagueiro Leandro Silva, o lateral-direito George, além do atacante Ricardinho, conhecido como Rei do Drible já foram registrados no Boletim Diário Informativo (BID) da CBF e estão à disposição do técnico Ricardo Pinto para enfrentar o Roma neste domingo (20), às 18h30, na Vila Capanema.

Leandro Silva assinou com o Tricolor até o fim do ano, enquanto George fica só até junho. Ricardinho, que atuava no Melbourne Victory, da Austrália, fica no time até novembro. “Eu só tenho a dizer que to muito feliz de voltar. Fiz muitas amizades, queria ter voltado antes e agora é pensar em fazer o mesmo trabalho que fiz. O que eu conquistei aqui em 2008 foi com trabalho e dedicação. Me sinto em casa”, afirmou o jogador, que já esteve no Paraná em 2008, quando foi artilheiro do time na Série B.

Sobre a juventude do time paranista, Ricardinho brinca: “Vou ter que ter 22 anos também e mudar o documento. Eu já fui menino também e hoje aprendi muito com a vida, se eu puder ajudar eles com palavras, nos treinamentos, eles podem contar comigo”, garantiu o atacante, conhecido pelos dribles que aplica.

“Isso do drible até me complicou no início, eu cheguei no Atlético em 2003, me compararam com o Robinho e eu não amarrava nem a chuteira do Robinho (risos). Mas vamos tentar, trabalhar forte, com trabalho é que se conquista as coisas”, destacou Ricardinho.

George, revelado nas categorias de base do Paraná, teve uma curta passagem pelo time, mas está feliz em retornar à equipe tricolor. “É um recomeço porque a outra oportunidade que eu tive, foi no meu primeiro ano como profissional. Pego isso como oportunidade de ouro. Paraná é time grande e que jogador não quer vestir a camisa de um time grande? To muito contente, minha família toda é paranista”, completou.

George teve passagens pelo futebol húngaro, pelo Corinthians-PR, Atlético-GO, onde foi Campeão Goiano em 2001, no Uberaba-MG, além de Guarani, Rio branco e Pato Branco, na temporada da Segunda Divisão do Paranaense no ano passado.
“Treinei bastante tempo e nunca parei. Mantive a academia e é claro que é difícil treinar sozinho, mas nunca parei, não”, garante o lateral, que está sem clube desde agosto do ano passado.