Da Redação

Um vídeo divulgado pela rede de televisão inglesa BBC nesta semana revelou certa preocupação de um grupo de neurocirurgiões com o caso de Michael Schumacher, que sofreu um grave acidente de esqui no final de 2013. Segundo eles, o tempo em que o ex-piloto alemão ficou em coma induzido, que foi de quase um mês, excede o período ideal indicado para situações como esta.

Na avaliação dos médicos ouvidos pela BBC, o normal em um caso de coma induzido como o de Schumi é que o paciente não fique mais que duas semanas recebendo medicação para permanecer neste estado. Os problemas que poderiam ser causados por esse excesso, no entanto, não foram citados.

Além disso, eles destacaram a possibilidade de problemas respiratórios enfrentados pelo heptacampeão da Fórmula 1 atrasarem muito o tempo de recuperação do trauma.

A situação atual de Michael Schumacher segue complicada. A sedação está sendo reduzida há alguns dias e os médicos trabalham para acelerar o processo de reação do alemão – ele já teria piscado os olhos respondendo a estímulos, afirmou o jornal francês L’Équipe na última sexta-feira (31).