Foto: Rui Santos

Depois do empate na última sexta feira, contra a Luverdense no Mato Grosso, a principal discussão entre os paranistas nas Redes Sociais é se o resultado foi bom, ou, não.

Os defensores da tese que “foi um mal resultado” (me enquadro nesse grupo) não conseguem entender como um time da grandeza do PARANÁ CLUBE se acovarda perante um adversário pequeno, que atuou com 10 jogadores em campo desde a metade do 1º tempo e tinha mil testemunhas nas suas arquibancadas.

Por outro lado, os defensores de que o “empate foi bom” defendem sua tese argumentando que num campeonato tão equilibrado, pontuar fora de casa sempre é importante.

Briga daqui, briga dali, argumentos acolá, blá blá blá e não consigo dimensionar depois desse debate o quanto é o tamanho do nosso símbolo e camisa atualmente perante o Brasil.

Em tese, o TRICOLOR está entre os 40 times do país desde 1991. E convenhamos: num país de tamanho continental, que o futebol é o principal esporte, ficar entre os 40 não é tão ruim assim. Mas essa é uma análise que apequena ainda mais nossa camisa.

Para nós, a RESISTÊNCIA nas arquibancadas da Vila Capanema, que raciocinamos em azul, vermelho e branco 24 horas por dia, o PARANÁ CLUBE semPRe será um time de PRIMEIRA DIVISÃO, como foi de 1993 até 2007. Não nos contentamos em sermos coadjuvantes do segundo escalão do esporte bretão nacional.

Ou vai ou racha!

Se a diretoria tem dificuldades pra tocar o barco, que arrume remos para os jogadores.

E arrumar remos, significa fazer os atletas entenderem que jogar contra times como a Luverdense, não pode ter conversa…tem que atropelar.

Ou pensamos grande, ou ficaremos a deriva. E aí empates contra times inexpressivos serão normais de agora em diante!

A luta não para!

RESISTÊNCIA PARANISTA!!!

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Nasci no PARANÁ!!! Moro no PARANÁ!!! Torço pelo PARANÁ!!!

Sergio Bello.