Na falta de alguns titulares importantes, o Coxa tem no banco jogadores que vem dando conta do recado. Com um ataque de peso, o time também é atencioso na marcação e tem conseguido um equilíbrio cada vez mais visível e que se materializou em todos os confrontos de invencibilidade nessa temporada. Léo Gago, um dos jogadores que mais atuou com a camisa alviverde, esteve em campo em 18 partidas (não jogou apenas na partida frente ao Cianorte, quando os titulares foram poupados).

Junto ao volante, Emerson, Edson Bastos e o artilheiro do time Marcos Aurélio também estiveram em campo durante o mesmo número de partidas. Léo Gago é um dos poucos no elenco coxa-branca que ainda não marcou na temporada, mas foi por pouco. Na vitória do time sobre o Arapongas, o jogador quase marcou depois do meio de campo, depois de perceber o goleiro Danilo adiantado. “Vi ele meio adiantado e acho que infelizmente foi um pouco fraco. Mas importante foi o resultado”, garantiu o volante, destacando a dificuldade em passar pelo time do interior.

Com um a menos desde os 17 do primeiro tempo, o Coxa deu um show em campo, tanto de força física, como de superação. “Não é à toa. Nesse jogo, mesmo com um a menos, tivemos calma e postura, não adianta ficar desesperado. É só fechar a casa porque temos um bom elenco, com atletas que tem bons passes. Nosso time está bem encaixado, mesmo com um a menos não demos chance para eles”, frisou Léo Gago.

Quando a fase a boa, a cabeça tem que ser melhor ainda. Já garantido na final do Paranaense, o time do Alto da Glória caminha a passos largos para a conquista do estadual. Mesmo assim, nada está ganho ainda e o discurso que impera entre jogadores e comissão técnica é o da cautela. “Faltam seis jogos ainda, seis guerras. Espero que sábado a gente tenha uma nova felicidade e possamos sair com o resultado positivo”, torce Léo Gago.