O Atlético sucumbiu diante de um time organizado e ofensivo e não conseguiu segurar o Operário, que veio com sede de vitória direto de Ponta Grossa para vencer o time rubro-negro por 2 a 0 em plena Arena da Baixada. Os mais de 10 mil torcedores atleticanos presenciaram uma equipe que tentou, mas não foi competente nas finalizações. O resultado deixa o Atlético estagnado em terceiro lugar, com 7 pontos e complica a sequência do estadual para o time do técnico Geninho.

Visitante inspirado
Os primeiros minutos de partida foram de pressão do Atlético que jogava bastante adiantado e ofensivo para tentar sufocar o Fantasma no seu campo de defesa. Logo aos 4 minutos, Paulinho recebeu de Guerrón e cabeceou com perigo na meta do goleiro Ivan. O Operário não se assustou e pouco depois respondeu com Mateus, que bateu de fora da área e a bola com efeito obrigou Renan Rocha a praticar uma boa defesa e salvar o Atlético.

A chance acendeu o time visitante: Lisa cobrou falta e Mateus subiu para mandar no canto do gol atleticano e marcar o primeiro tento do Fantasma na Arena. Muito ofensivas, as duas equipes se lançavam ao ataque e o jogo ficou marcado pela velocidade em campo. Os cruzamentos que chegavam do pé calibrado de Paulo Baier nas cobranças de falta foram o diferencial do time e fizeram Ivan trabalhar na primeira etapa.

Mesmo com boas oportunidades de igualar os números do jogo, o Atlético pecou muito nas finalizações. Paulinho, Guerrón, Nieto e Paulo Baier abusaram da velocidade, do entrosamento nas tabelas e das bolas aéreas para pressionar o Fantasma. A zaga rubro-negra, porém, não acompanhou a habilidade do ataque do Operário e a jogada do segundo gol foi desenhada depois que Ícaro recebeu dentro da área e mandou no canto de Renan para ampliar o placar. O resultado parcialmente negativo deixou a torcida na bronca: os jogadores do Furacão foram para os vestiários sob vaias e gritos de “vergonha”.

Erros de finalização
O segundo tempo começou mais tranquilo e o Atlético já não criou tanto nos primeiros minutos. O Operário passou a tocar a bola no campo de ataque, valorizando a troca de passes para não deixar o Furacão chegar. Destaque da partida, o goleiro Ivan defendeu uma bomba de Madson, aos 20, no que foi a primeira chance real de gol do time rubro-negro na etapa complementar.

Ceará pegou Paulinho em um carrinho perigoso, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Diante disso, Geninho promoveu algumas modificações na equipe, sacando Robston para a estreia de Adaílton. As mudanças, porém, não surtiram o efeito esperado. Aos 31, Mateus partiu sozinho em velocidade e, cara a cara com Renan, chutou em cima do goleiro atleticano. No rebote, a trave salvou o Atlético de tomar o terceiro e o jogo terminou com a oitava vitória do Operário fora de casa no Campeonato Paranaense.

O Atlético sucumbiu diante de um time organizado e ofensivo e não conseguiu segurar o Operário, que veio com sede de vitória direto de Ponta Grossa para vencer o time rubro-negro por 2 a 0 em plena Arena da Baixada. Os mais de 10 mil torcedores atleticanos presenciaram uma equipe que tentou, mas não foi competente nas finalizações. O resultado deixa o Atlético estagnado em terceiro lugar, com 7 pontos e complica a sequência do estadual para o time do técnico Geninho.

Visitante inspirado
Os primeiros minutos de partida foram de pressão do Atlético que jogava bastante adiantado e ofensivo para

tentar sufocar o Fantasma no se campo de defesa. Logo aos 4 minutos, Paulinho recebeu de Guerrón e cabeceou

com perigo na meta do goleiro Ivan. O Operário, não se assustou e pouco depois respondeu com Mateus, que

bateu de fora da área e a bola com efeito obrigou Renan Rocha a praticar uma boa defesa e salvar o

Atlético.

A chance acendeu o time visitante: Lisa cobrou falta e Mateus subiu para mandar no canto do gol atleticano

e marcar o primeiro tento do Fantasma na Arena. Muito ofensivas, as duas equipes se lancavam para o ataque

e o jogo ficou marcado pela velocidade em campo. Os cruzamentos que chegavam do pé calibrado de Paulo Baier

nas cobranças de falta foram o diferencial do time e fizeram Ivan trabalhar na primeira etapa.

Mesmo com boas oportunidades de igualar os números do jogo, o Atlético chegava com perigo, mas pecou muito

nas finalizações. Paulinho, Guerrón, Nieto e Paulo Baier abusaram da velocidade, do entrosamento nas

tabelas e das bolas aéreas para pressionar o Fantasma. A zaga rubro-negra, porém, não acompanhou a

habilidade do ataque do Operário e a jogada do segundo gol foi desenhada depois que Ícaro recebeu dentro da

área e mandou no canto de Renan para ampliar o placar. O resultado parcialmente negativo deixou a torcida

na bronca: os jogadores do Furacão foram para os vestiários sob vaias e gritos de “vergonha”, na Arena.

Erros de finalização
O segundo tempo começou mais tranquilo e o Atlético já não criou tanto nos primeiros minutos. O Operário passou a tocar a bola no campo de ataque, valorizando a troca de passes para não deixar o Furacão chegar. Destaque da partida, o goleiro Ivan defendeu uma bomba de Madson, aos 20, no que foi a primeira chance real de gol do time rubro-negro na etapa complementar.

Ceará pegou Paulinho em um carrinho perigoso, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Diante disso, Geninho promoveu algumas modificações na equipe, sacando Robston para a estreia de Adaílton. As mudanças, porém, não surtiram o efeito esperado a curto prazo: aos 31, Mateus partiu sozinho em velocidade e, cara a cara com Renan, chutou em cima do goleiro atleticano. No rebote, a trave salvou o Atlético de tomar o terceiro.