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A diretoria tricolor se reúne nesta segunda-feira para definir os próximos passos do clube, rebaixado para a Série Prata do Campeonato Paranaense depois de empatar com o Arapongas, na Vila, no último sábado. Uma das decisões diz respeito à possível entrada do time no processo que envolve o Rio Branco de Paranaguá. (Ouça a entrevista completa no ícone acima)

O Leão da Estradinha está sendo processado por escalar um jogador irregular e, no último dia 5, foi enquadrado no artigo 221 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e condenado a pagar uma multa de R$ 27,5 mil. A perda de pontos foi descartada pelos auditores do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), que votaram pela desqualificação da punição. Mesmo sem perder pontos, o clube recorreu da decisão.

O advogado do Paraná Clube, Dr. Itamar Côrtes, afirmou que o clube só deve definir se entra ou não no processo depois da reunião que acontece hoje, entre diretoria e conselheiros do clube. Côrtes esclarece que a participação de um clube como terceiro interessado tem base no artigo 55 do CBJD. “Qualquer clube que tenha interesse am algum processo pode interferir. Entra e tem legitimidade e poder até para recorrer”, esclarece o advogado do clube, que aguarda a decisão da diretoria para acessar o processo. “Dependendo da decisão não fica só na mão da procuradoria desportiva”, explica.

Depois de ver a queda do Tricolor, o mandatário do clube, Aquilino Romani, afirmou em entrevista exclusiva à rádio Banda B que acredita na condenação do clube do interior. Romani reforçou que o time deve lutar até a última instância para a penalização do Rio Branco, já que, caso punido, o time perderia 18 pontos e estaria rebaixado para a Série Prata.