Por Pedro Melo 

Ágatha jogará com Duda a partir do início de 2017. (Pedro Melo/Banda B)

A temporada de 2016 foi um turbilhão de emoções para a curitibana Ágatha. Ela conquistou a medalha de prata histórica nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mas foi pega de surpresa quando Bárbara Seixas pediu a separação da dupla e agora inicia um novo projeto visando Tóquio, em 2020.

“Foi uma temporada show. A gente cumpriu objetivo de não apenas participar a Olimpíada, mas ganhar uma medalha. Claro que a gente queria uma medalha de ouro, mas não tem como não comemorar a medalha de prata. Posso dizer sim que a gente cumpriu nosso objetivo e sai motivada para conquistar mais uma medalha. Espero que seja um ouro em Tóquio, mas ainda é muito cedo para falar disso. Vou iniciar um time novo em janeiro do ano que vem e primeiro temos que conquistar várias coisas antes”, declarou a jogadora, em entrevista à Banda B.

Depois de se separar de Bárbara Seixas, a curitibana jogou com Carol Solberg, que voltou recentemente de gravidez, e as duas jogaram as últimas três etapas de 2016 do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. O melhor resultado da dupla foi justamente em Curitiba com o terceiro lugar.

A partir de janeiro, Ágatha jogará ao lado da jovem Duda, de apenas 18 anos. Entretanto, a diferença de idade não deve ser um problema para a dupla atingir seus objetivos. “Só estando juntas para saber essa diferença. Dentro de quadra, a Duda é uma jogadora vencedora e sabe o que quer. Fora de quadra, claro que vai ter essa diferença de 15 anos e os assuntos vão ser diferentes. Vamos ter que encontrar um meio termo e só vivendo isso para saber”, comentou.