Segundo colocado no Paranaense 2011, com 46 pontos, o Atlético esteve longe de conquistar todos os objetivos que foram propostos e esperados no início da temporada. Com duas mudanças de treinador em três meses, o time terminou o estadual vendo o rival Coritiba quebrar recordes e conquistar o título invicto, com 16 pontos de vantagem. Na Copa do Brasil, o grupo de Adílson Batista seguiu até as quartas de final, onde acabou eliminado pelo Vasco depois de dois empates. O Brasileirão, que começa no próximo sábado, será a oportunidade de mostrar que o ano ainda pode trazer boas surpresas na Arena da Baixada.

Divulgação/Atlético Paranaense
Cleber Santana é uma das principais novidades do Rubro-negro

Com reformulações na diretoria e no elenco, a esperança do Furacão é de construir um padrão que dê ritmo ao time. Para o técnico Adílson Batista, a chegada de Marcelo Oliveira e Cleber Santana, ambos do futebol paulista, deve trazer qualidade ao grupo rubro-negro. “O Cleber eu conheco do São Paulo. Eu tava no Avaí, em 2002, fomos assisitir Joinville x Sport e eu falei ‘esse camisa 10 é bom’, era ele”, lembra o treinador. “O Marcelo também a gente já conhece e trabalhou contra então acho que vai acrescentar”, destaca Batista.

Alfredo Ibiapina, novo diretor de futebol do Atlético, vem dando declarações otimistas quanto ao que a torcida pode esperar do time no maior campeonato do Brasil. Para ele, o Furacão entra na competição ão só para participar como também para brigar pelo título. O treinador elogia a postura do novo dirigente e prega responsabilidade para que o clube encontre as peças certas. “Eu vejo que o Alfredo tá bem disposto, um empresário bem sucedido e quer ver o Atlético lá em cima”, destaca. “Todo mundo quer o crescimento do time, pra passar isso pro torcedor”, finaliza.