O Atlético teve duas faces no jogo contra o Grêmio, na Arena da Baixada, quando perdeu de 1 a 0. Com três volantes na primeira etapa, o time sofreu nas saídas de bola e pouco criou. Já no segundo tempo, a história foi outra: a entrada de Branquinho, atendendo ao pedido que vinha das arquibancadas, além da chegada de Madson deram uma cara mais ofensiva para o grupo de Adílson Batista.

O resultado adverso foi contestado, não só pelo time Rubro-negro, que dominou a etapa complementar, como também pelo técnico, que admitiu que essa é a melhor formação para o Furacão, pelo menos jogando no seu território. “Você está conhecendo, vendo, tendo uma maneira de pensar e trabalhar. Às vezes você pode rever a característica desse ou daquele jogador, aceitar e relevar pra trabalhar em cima daquilo que você tá acostumado”, afirmou o treinador, ressaltando a mudança tática aplicada no segundo tempo.

Não fosse a boa atuação do goleiro Vitor, defensor milagroso do Tricolor Gaúcho, os gols do Atlético teriam grande chance de reverter os números diante da torcida. “Nós temos responsabilidade nisso. Infelizmente, a gente teve uma ideia e tivemos dificuldades. Aí mudamos, melhoramos e lamentamos pelo segundo tempo onde o volume foi maior. Nossa sorte poderia ter sido melhor e poderíamos ter vencido”, analisou Adílson Batista.