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Assistir ao jogo da Seleção Brasileira, para muitos, hoje em dia nem é mais tão legal assim. Isso vem de fracassos recentes e de vexames gigantescos, como eliminação em primeira fase de Copa América, 7 a 1, Dunga e por aí vai, mas ontem nós tivemos uma nova esperança para a camiseta amarela.

Tite já merecia ser o novo comandante da seleção há um bom tempo por ser o melhor técnico do Brasil, e ontem, mesmo com a dificuldade de jogar contra um Equador embalado e na altitude de Quito, a equipe encaixou no segundo tempo e moeu os donos da casa.

O time entra num 4-1-4-1 que ataca com seis, como antecipado por Tite, mas sempre com um triângulo pelo lado que atacar. Marcelo, Renato Augusto e Neymar pela esquerda, e na direita com Dani Alves, Paulinho e Willian, depois Philippe Coutinho, que se movimentou muito mais do que o atleta do Chelsea.

O ponto fixo foi Gabriel Jesus, que atua de frente para o gol, e não de costas, como um centroavante convencional. A liberdade que Tite dá para o time atacar é tão grande quanto a estrutura defensiva que vai se criando. O começo foi complicado, muitos erros defensivos, mas quando Miranda e Marquinhos encaixaram com a proteção de Casemiro, o jogo fluiu e se tornou fácil.

Ponto positivo vai, sem dúvidas, para Gabriel Jesus, que marcou dois belos gols. Eu achei errada a escalação dele como titular, achei que Gabigol seria o escolhido por ser mais experiente, mais jogador até o momento, mas me surpreendi.

Uma nova esperança para que o povo volte à assistir os jogos da Seleção.