Logo quando Vera Fischer chegou na noite de autógrafos do livro “Serena” numa livraria na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, a atriz fez questão de esclarecer sobre o comentário que foi publicado num jornal de São Paulo que afirmava que ela não escrevia para pobres. “Fiquei muito magoada com a situação. Meu livro custa R$ 33, é barato, nunca disse isso e o povo brasileiro sabe que eu amo eles”, declarou nesta segunda-feira (20).

O episódio marcou a semana pré lançamento do seu primeiro romance mas não estragou a festa. Com um vestido florido e sandália rosa combinando com a bolsa, Vera atendeu amigos e falou sobre a nova empreitada na literatura. “Depois que escrevi minhas memórias deu vontade de continuar escrevendo. Escrevi dez livros em um ano e todos estão prontos”, disse a atriz, que logo explicou que o plano “é lançar um ou dois por ano”.

O primeiro chamado “Serena”, será seguido por “Eduarda”, depois por títulos como “Teodora”, “Valentina” e “Allegra”. De acordo com a atriz, o primeiro da série tem pitadas de mistério, sexo e conflitos e foi escrito sem passar perto do computador. “Prefiro escrever à mão, quando desenho as palavras consigo ver as cenas que descrevo”, justificou.

Vera Fischer adiantou que vai reunir alguns amigos em sua casa para celebrar as festas de fim de ano e que seu grande projeto para o início de 2011 é a peça “As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant”, com quem vai contracenar com Luisa Mariani, papeis que já foram de Fernanda Montenegro e Renata Sorrah, respectivamente.

Acompanha pelo filho Gabriel, de 18 anos, que acabou de passar no vestibular para Cinema, Vera cumprimentou amigos como Ricardo Amaral, Lady Francisco e Aloísio Abreu.

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