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Apesar de não ter sido notificado oficialmente, Latino já tomou conhecimento da carta precatória do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que foi enviada ao Rio, e que tem por objetivo citá-lo do processo por estupro que corre contra ele no estado mineiro.

Latino manisfestou-se na tarde desta quarta-feira, 28, através de sua assessoria, e negou veementemente o envolvimento no caso. Ele informou ainda que já notificou seus advogados para cuidarem do assunto que qualifica como “infeliz episódio”, mas que está tranquilo com o desenrolar da situação. Confira o comunicado na íntegra.

“O cantor Latino nega que tenha sido intimado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro sobre acusação de ter feito sexo, à força, com uma menor em seu camarim. Nega ainda, a acusação em si. O cantor, como pai de 3 meninas menores de idade e companheiro de uma jovem mulher, repudia qualquer tipo de violência, inclusive sexual, notadamente contra crianças e mulheres. Assegura ainda, que em todos os seus shows, recebe sempre amigos, conhecidos e fãs em seu camarim, estes últimos escolhidos por ordem de chegada, sempre em pequenos grupos, sendo impossível o acontecimento do fato noticiado pela imprensa dia 28 de julho de 2010. O artista já mobilizou seus advogados para verificarem do que se trata o infeliz episódio, mas está tranqüilo com o desenrolar da situação, posto que ao final de qualquer investigação, ficará comprovada a sua inocência”, diz o comunicado.

O caso

Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o caso teria ocorrido em julho de 2007, durante um show dele no município de Liberdade. Latino teria cometido abuso contra uma menina de 13 anos em seu camarim. Por se tratar de um caso envolvendo menor de idade, o processo corre em segredo de justiça.

A assessoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro informou ainda que a carta precatória, recebida no fim de junho, ainda não foi entregue ao cantor por causa de problemas nos endereços enviados pelo justiça mineira.

“Fomos nos dois endereços enviados pela justiça de Minas, mas Latino não mora mais lá. Estamos tentando localizá-lo. Se isso não for possível, teremos que devolver a carta para que o Tribunal de Minas nos forneça os dados corretos”, informou a assessoria.