Longe da televisão desde 2015, o apresentador Britto Jr. causou polêmica ao criticar Sabrina Sato nas redes sociais. No sábado (5), ele detonou a ex-colega de emissora pela cobertura midiática da gravidez, que rendeu uma entrevista de duas horas à Rodrigo Faro.

“Tudo por dinheiro! Nem que seja preciso passar vergonha e correr o risco de revelar ao público que não há neurônios na caixola. Siga só o que os assessores dizem e chegará a este ponto!”, escreveu no Twitter. Durante o papo com Faro, ela e o noivo Duda Nagle revelaram que esperam uma menina.

Ele também escreveu um longo post no Instagram, deixando explícita a crítica a Sabrina mesmo sem citar o nome dela nenhuma vez. “O que dizer, então, sobre o caso da futura mãe, que atravessa gravidez de risco, usar a imagem do bebê que ainda vai se desenvolver no ventre, em nome do marketing e da propaganda? Devo achar normal, já que vivemos na Era midiática? Considero, isso sim, um absurdo!”

 

Pensadores, gostei de ver que minha crônica causou polêmica, gerou manifestações diversas de centenas de pessoas. Uns concordam, outros discordam e agridem, como se tivessem procuração para defender seu ídolo, com a faca entre os dentes. Independentemente da intolerância e da falta de educação de alguns comentários, devo dizer que o artigo atingiu seu objetivo. E qual é este objetivo? Incentivar a reflexão sobre o assunto tratado: Os excessos cometidos na venda da imagem! Ponto. Não discuto se o artista A, B ou C é bom no que faz, se tem talento ou se, pelo contrário, é apenas fruto da mídia. Esse é outro assunto, que podemos discutir em outro artigo, futuramente. Devo esclarecer que não procurei julgar este ou aquele ator, atriz, apresentador ou apresentadora, de forma específica. Isso é coisa de fã e em nada me interessa. Criei este espaço que, brevemente, será ampliado para outras mídias, não para bajular e rasgar seda com este ou aquele político, autoridade, artista, jornalista e afins. A minha intenção é estimular a reflexão dos leitores! Tenho convicção de que é disso que a televisão, a publicidade, o meio político, todos os setores e os cidadãos deste país precisam neste momento. Umas cutucadas fazem bem, de vez em quando. Em vez da preguiça para pensar, devemos prestar atenção no tipo de sociedade que estamos cultivando. É neste ponto que quero dar minha contribuição. E podem ter certeza: Existem poucas pessoas realmente livres e dispostas a realizar este tipo de trabalho. Eu sou uma delas. É a partir desta premissa que minha carreira vai andar daqui pra frente. Doa a quem doer! O resto não passa de “mimimi”.

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