O Museu Oscar Niemeyer (Mon) é o símbolo maior da cultura em Curitiba. Lá, o difícil é determinar onde estão as obras de arte – dentro ou fora dessa construção tão permeada de significância.

O projeto do Mon foi criado a partir do Edifício Castelo Branco, com a marca registrada de Niemeyer – o combinado de vãos livres, balanços e uma caixa que parece flutuar. Por muitos anos, o espaço foi destinado ao funcionamento de várias secretarias de estado.

E ao retomar o antigo trabalho, o arquiteto ousou mais uma vez. Anexou ao projeto já existente uma torre de 30 metros de altura composta por quatro pavimentos, em que o salão principal possui cerca de 1,5 mil metros quadrados e é em formato de olho.

Esse é o fato. Mas, por que um olho? Essa pergunta tem rondado nossos pensamentos desde então. Fomos atrás de respostas. Muitas são as versões sobre o assunto. Tirando as obviedades, há quem diga que o olho é, na verdade, o desenho que se forma no espaço entre os braços da bailarina que dança com fitas, representada na base amarela da torre. Essa é uma das muitas teorias a cerca da inspiração do arquiteto e que não deixa de ter lá o seu valor.

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