Ao escrever suas memórias, a ex-servidora inglesa Barbara Hoskins revelou manter um relacionamento com outra mulher há 20 anos | Foto: Antonio Olmos

“Eu realmente aprecio o fato de que, na minha idade, posso ser totalmente livre com as pessoas. Acho que corro um pouco o risco de me tornar um ícone gay!”, diz Barbara Hosking, que decidiu assumir sua homossexualidade aos 91 anos, em meio a suas reflexões sobre sua vida nos corredores do poder.

Como funcionária pública, a inglesa trabalhou para dois primeiros-ministros britânicos, Edward Heath (1970-74) e Harold Wilson (1964-70 e 1974-76), e também foi uma executiva de televisão. Hosking combateu o sexismo em toda sua carreira, tendo defendido equiparação salarial entre homens e mulheres e brigado para estar na mesma sala durante algumas reuniões.

Em entrevista à BBC Radio 5, ela explicou o motivo de nunca ter falado de sua sexualidade para a sua família. “Meus pais não teriam entendido e teriam ficado chocados. Eles me amavam muito, mas meu pai era um homem à moda antiga, convencional. Minha mãe provavelmente teria pensado que foi uma escolha difícil e infeliz para eu ter feito. Na verdade eu tenho sido muito feliz. Tive uma vida plena.”

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