Dia 8 de março de 2018 a Peita completa 1 ano. E que ‘puta’ ano, como elas dizem. 14 dizeres polêmicos ganharam as ruas, carregados no peito por pessoas que acreditam na mensagem que a marca-protesto transmite.

Como forma de agradecimento ao engajamento das garotas, garotos e garotes, no dia 7 de março será lançado o primeiro mini-doc ‘O que é lutar como uma garota?’ e, no dia 8, o Tumblr ‘Lute Como Uma Garota’ e uma série de quadros confeccionados a mão, que trazem miniaturas de vestidos usados pelas sufragistas e trabalhadoras do começo do século 20, esculpido a mão (também tem mini-peita). Também no dia 8 tem manifestação do Movimento a partir das 16h30 , com saída da Praça do Homem Nu, em Curitiba.

No dia 11, a festa de comemoração é um sarau organizado com sua parceira, a banda Mulamba. (Confira aqui o link do evento)

Integrantes do movimento estiveram nesta terça-feira (6), ao vivo na Banda B no quadro ‘Mariana Martins Fala Sério”.

Confira como foi o bate-papo:

“A Peita nasceu nas ruas. Mesmo que a ideia de ter uma marca de camisetas com dizeres polêmicos em all-type já existisse, foi a Marcha das Mulheres que me motivou a criar uma ferramenta de resistência”, explica a designer Karina Gallon. “Organizações feministas batalharam mais de 60 anos pra data ser instituída. Não para ganharmos flores, é um dia de resistência, de fazermos nossas reivindicações pela igualdade entre gênero, raça, opção sexual”,

Camisetas

Ativismo feminista dito com todas as letras, impresso em camisetas unisex para quebrar padrões, sem tabus e orientado pela “nova” máxima – seja quem você quiser. Essa é a essência da “Puta Peita”, projeto de camisetas “all types” onde a mensagem é a protagonista.

A ideia nasceu da cabeça da designer curitibana Karina Gallon depois de acompanhar os protestos no mundo todo contra Donald Trump e o discurso sexista dele. A frases escritas por mulheres pelas ruas das grandes metrópoles serviram de inspiração para as versões da camiseta da Peita.

Confira AQUI o site do movimento