A NASA não saberia o que fazer se um asteroide estivesse vindo para a Terra

Você saberia o que fazer se um cometa estivesse vindo em direção a Terra? Se não, não fique preocupado. Nem mesmo a NASA, a agência espacial dos Estados Unidos saberia. Isso significa que o plano da NASA para combater a chegada de um asteroide é sentar e aguardar a chegada gigante corpo celeste.

Pois é. É isso mesmo que você leu. Infelizmente nem mesmo a instituição mais preparada para lidar com o problema tem uma solução. Ao menos não uma que possa ser colocada em prática. Durante uma espécie de simulação do que aconteceria se um asteroide estivesse vindo para a Terra, os astrônomos da agência espacial admitiram que não haveria muito o que fazer.

Isso acontece porque o ser humano ainda não desenvolveu tecnologias para lidar com a situação. Diferente do que é mostrado nos filmes hollywoodianos, nós ainda estamos longe de ter essa capacidade. Porém, o plano da NASA é tentar se preparar ao máximo para quando isso acontecer. Mas se acontecesse hoje, provavelmente estaríamos condenados.

O plano da NASA

Imagem e o plano da NASA para o asteroide

Por enquanto, o plano da NASA é se preparar. Desenvolver as tecnologias necessárias para combater os asteroides é uma opção. Porém, essa não é a prioridade. O passo mais importante é aprimorar a capacidade de detectar esses corpos celestes. Sabe por quê? Para termos mais tempo para nos preparamos para um possível impacto. Ou quem sabe conseguir evitá-lo.

O problema fica mais grave se lembrarmos do cometa que passou perto de Marte em 2014. A NASA conseguiu identificar esse corpo celeste apenas 22 meses antes do evento acontecer. Parece muita coisa? Não para o plano da NASA. De acordo com a agência espacial norte-americana, seriam necessários cinco anos para fazer todos os preparativos para tentarmos liquidar esse asteroide. E isso sem garantia nenhuma de que conseguiríamos.

“No momento, não há nenhuma tecnologia em meio a um monte de coisas que pudesse ser utilizada”, admitiu Joseph Nuth, engenheiro do centro espacial Goddard, da NASA. Ele proferiu essas palavras no encontro que brincou com essa simulação do asteroide. Saber que esse é o plano da NASA para a chegada de um asteroide é um pouco deprimente, você não acha?

A simulação

A simulação do plano da NASA para caso tenhamos um asteroide

Já que falamos da tal simulação, vamos explicar como ela aconteceu. Diversos cientistas, astrônomos, engenheiros e astronautas se reuniram na Agência de Gerenciamento de Emergências do governo federal norte-americano. Lá, eles imaginaram o seguinte cenário: um corpo celeste com algo entre 100 e 250 metros de diâmetro que pode atingir a Terra em 2020. Pode parecer um ano distante, mas trata-se de um prazo que seria curto para conseguir destruir o asteroide.

Nesse cenário fictício, quando fosse detectado, o corpo celeste teria a 2% de probabilidade de atingir a Terra. Três anos antes do impacto, em maio de 2017, a chance de isso acontecer subiria para 100%. Ou seja: o asteroide iria atingir o nosso planeta em 2020. Na simulação, a massa atingiria a região próxima ao Oceano Pacífico, bem próximo do estado americano da Califórnia.

Por conta da velocidade do asteroide, o impacto seria o suficiente para praticamente dizimar a humanidade. Tsunamis gigantescos seriam levantados. Uma nuvem de poeira densa cobriria o sol e quase todos os organismos complexos padeceriam. Para essa situação, o plano da NASA seria o abandono do planeta, já que a sobrevivência aqui seria praticamente nula.

E se acontecer de verdade?

Asteroide vindo em direção a Terra

Para nossa sorte, a chance de um asteroide dessa magnitude estar vindo em nossa direção é praticamente nula. Na verdade, temos uma chance em 50 ou 60 milhões. Isso significa que você tem mais chances de morrer por outros fatores do que presenciar o extermínio da raça humano por um cometa. Porém, é bom lembrar que alguns cientistas acreditam que um próximo cometa pode estar chegando em breve.

Isso pode ser verdade se levarmos em conta o que a teoria evolucionista prega. De acordo com essa filosofia, um asteroide semelhante acertou a Terra há cerca de 65 milhões de anos, dizimando completamente os dinossauros do planeta. De acordo com o cálculo de probabilidade, já passou da hora de sermos atingidos por um cometa que nem aquele que aniquilou os répteis pré-históricos.

Será que já é hora de ficarmos preocupados? E será que podemos confiar no plano da NASA para combater esse episódio catastrófico? Pelo visto, nem mesmo a agência espacial norte americana está preparada para lidar com essa situação. Resta-nos agora esperar e torcer para que a sorte esteja do nosso lado. Afinal, é mais fácil acreditar que asteroide nenhum vai atingir a Terra do que começar a se preparar para a morte certa.

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