A demora na troca de lâmpadas de postes em Curitiba é um problema que causa preocupação nos bairros. Do São Braz a Cidade Industrial de Curitiba (CIC), moradores acumulam protocolos e esperam por mais de um mês para que o problema seja solucionado. O acúmulo de pedidos e uma reestruturação no Departamento de Iluminação Pública são os fatores para a demora, que tem data para acabar, é o que garante a Prefeitura de Curitiba.

Um mês de ligações no 156 e nada do pedido de troca de lâmpadas nas Ruas Rio do Sul e Cidade Laguna, na Cidade Industrial de Curitiba, ser realizado. Reginaldo Carlet então trouxe à Banda B a situação de medo pela qual passava. “Tudo muito escuro, então o pessoal está com medo de andar pela rua de noite, voltando da faculdade ou trabalho. Pedimos já na Prefeitura de Curitiba, mas até agora nada. São três postes sem luz na Rio do Sul e um na Cidade Laguna”, descreveu.

Logo depois que a reportagem foi ao ar, nesta quinta-feira, uma equipe fez as trocas das lâmpadas na região em que mora Carlet. Mas por que se demora tanto para a solução de um problema? Segundo o diretor do Departamento de Iluminação Pública da Prefeitura de Curitiba, Tony Malheiros, o problema acontece devido a uma reestruturação no órgão.

“A orientação que a Prefeitura passa para aos moradores é que registre a solicitação através da Central 156 ou pelo site. Nós temos 160 mil pontos de luz na cidade e estamos em uma troca de contratos, que visa justamente a efetiva troca e agilidade nos atendimentos. O contrato novo começou em fevereiro de 2018 e as empresas estão em um trabalho de adaptação do sistema”, descreveu.

De acordo com o diretor, adaptação está acabando e a partir de então as empresas terão prazos a serem cumpridos. “Após 90 dias, as empresas terão que atender em cima de índice de performance de qualidade. Elas terão então um prazo de 96 horas (quatro dias_ para atender essa solicitação. A gente acredita que daqui a 30/45 dias o sistema estará regularizado e em pleno funcionamento, sem essa demora”, prometeu.

O diretor salientou que há bairros de Curitiba em que o problema é maior e que a população precisa reclamar nos caminhos corretos. “Estamos com trabalho mais efetivo no Boa Vista, Santa Felicidade e na CIC. Temos equipes fazendo trabalho de ronda noturna também, para verificar estes problemas. Muitas vezes, as pessoas entram em contato com veículos de comunicação para agilizar, mas há casos em que ligam na Banda B, mas não tem o protocolo. Muitas vezes, a pessoa reclama e nem tem o número deste protocolo”, concluiu.

A Banda B seguirá acompanhando para saber se o problema será solucionado no tempo prometido pelo diretor.