Todos sabem que a arte contemporânea tem seus momentos de difícil compreensão. Momentos em que simplesmente não entendemos a obra ou a intenção do artista, não conseguimos estabelecer aquela conexão entre aquilo que trazemos das nossas experiências e aquilo diante do qual nos deparamos. Nesses casos não há diálogo, mas sim um sentimento de complexidade, de “será que falta algo?”, de “não entendi”.

Pior ainda quando esse sentimento se transforma em algo como: “é, não nasci para gostar de arte”, “isso aí nem é arte!”, “nunca vou entender isso, mesmo” ou, a condenação final: “não gostei”.

Pois bem, a exposição Nomos de Laura Miranda foi um desses momentos para mim.

Vi, ouvi, não entendi.

Ao adentrarmos a sala oito do Museu Oscar Niemeyer, somos apresentados ao projeto Líquens 2014/2015; o segundo projeto: Estrela Canina 2016/2017 ocupa o restante da sala, fechando a exposição com uma videoinstalação.

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