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13450914_1210630325647926_2016801519415468715_n(Foto: Divulgação)

Após analises dos diversos órgãos da prefeitura e estado e, dentro da preservação da saúde humana e animal a Rede de Proteção Animal definiu pela doação dos mesmos, seguindo algumas exigências, que são:

1) A área para onde serão levados deve estar fora de Curitiba.

2) Esta área deve ter o cadastro na ADAPAR – Agência de Defesa Animal do Paraná, ligada a SEAB.

3) Os animais não poderão ser repassados a terceiros.

4)Estar ciente da responsabilidade de que não poderá utilizar o animal para abate e consumo da sua carne e derivados, como leite e ovos.

5) Prover assistência veterinária sempre que necessário e mantê-los livres de vermes e parasitos através da utilização de produtos específicos para esta finalidade e de acordo com a recomendação veterinária.

6) Manter o animal em local seguro que preserve a integridade física deste e de terceiros, bem como prevenir os riscos (potencial de agressão, transmissão de doenças ou danos a terceiros) que ele possa causar à comunidade, a outros animais ou ao meio ambiente. (Código Civil Lei 10.405/02 art. 936).

7) Prover alimentação, água fresca, higiene, proteção contra intempéries, abrigo e espaço físico adequado ao tamanho do animal, atendendo as necessidades físicas, psicológicas e ambientais do animal do qual assumo a guarda. (Lei Federal 9605/98 e Decreto-Lei 24.645/34).

8) Informar oficialmente a Rede quando ocorrer alteração de endereço do alojamento do animal, fuga ou óbito, já que os mesmos serão microchipados.

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