Infelizmente a violência não diminuí, e como sempre o cidadão comum é a maior vítima, e chegamos ao ponto em que aqueles que também defendem a sociedade estão fazendo parte desta triste estatística.

Em uma semana tivemos um Sargento do BOPE – Batalhão de Operações Especiais que foi atingido com um tiro de grosso calibre na perna e está em estado grave na UTI, e dias depois um Pastor no Centro Cívico que acabava de fechar sua igreja após e culto e ao entrar em seu carro para ir embora foi baleado no abdomem por assaltantes e da mesma forma corre risco de morte.

Ou seja, para os marginais é indiferente se sua violência é direcionada aos que atuam em defesa da sociedade ou ao cidadão comum, hoje, ambos são alvos em potencial, pois sabedores da fragilidade e da falta de nossa estrutura legal por parte da justiça e da segurança pública, agem cada vez com mais e mais violência.

Chegamos em um momento crítico, onde a sociedade aumenta o tom de sua cobrança para com nossos representantes devidamente eleitos para nos representar ou nada irá mudar para revertemos esse “triste quadro” de violência em que vivemos.

Temos que rever nossa legislação onde o cidadão de bem sempre é muito mais penalizado que o marginal, pois pela morosidade da aplicação da lei, o marginal como não tem residência fixa e não trabalha simplesmente desaparece das “mãos” da justiça enquanto que o cidadão de bem que tem residência fixa e trabalha é o único que responde perante nossas leis.

E temos que acabar com essa demagogia, temos que voltar a como era antes; se for preso tem que pelo menos passar a noite numa delegacia para “saber” que errou e que o erro lhe trás consequências, e não ser como é hoje onde o marginal fica menos tempo que a vitíma na delegacia, por falta de vagas ou porque o seu crime não é considerado “tão grave” para o “coitadinho” ter que passar uma noite preso.

E nunca esqueçam prevenir é sempre o melhor remédio.

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