Acabamos de ver e analisar o relatório do 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, e para tristeza minha e de todos, constatamos que anualmente o número de pessoas assassinadas anualmente é igual ao resultado das mortes causadas pela explosão da bomba atômica em Hiroshima.

E aqui no Paraná não é diferente. Apesar de vermos constantemente anúncios de redução nos índices de criminalidade, o que todos percebem é o aumento da violência em todos os níveis.

Nossas leis são muito rígidas para o cidadão que obedece às leis, mas para os marginais é como se elas não existissem, pois caso sejam condenados, o que é raro, as progressões de penas e liberações previstas fazem com que saiam legalmente ou simplesmente sejam liberados para ver a família para se ”ressocializarem” e simplesmente somem e não retornam para a prisão.

A última novela da globo mostrou muito bem essa realidade e a facilidade como os marginais voltam as ruas para continuarem com suas atividades criminosas.

Enquanto isso os policiais, e em particular os policias militares, que vivem colocando suas vidas em risco para proteger a sociedade estão sendo mortos de uma forma como nunca se viu antes.

E o que acontece com quem mata um policial? Nada!!!!!!!

Mas se um policial mata um marginal, aparecem como que se surgido das trevas, um monte de defensores dos direitos humanos para avaliar, criticar e antecipadamente condenar o policial que arriscou sua vida e para salvá-la acabou por matar um bandido.

Não sou contra que se defenda a vida, mas a vida do policial e a do cidadão vale tanto como a dos marginais, mas me pergunto? Porque esses “defensores” só defendem bandidos?

Estamos nos aproximando de um ano eleitoral, mas não basta apenas votar em novos candidatos, pois desde os anos 90 a média de renovação no Congresso Nacional é acima de 40%, o que mostra que não basta apenas renovar, mas sim avaliar e muito bem, o perfil e o histórico dos candidatos.

Mas nunca esqueçam que PREVENIR é sempre o melhor remédio.

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