Alguém se sente seguro, realmente?

A resposta certamente será NÃO.

Um simples andar de ônibus para as mulheres que era algo tranquilo e seguro o deixou de ser.

Esta semana presenciamos diversas notícias sobre mulheres sendo atacadas no interior dos coletivos, mas não se enganem, esses ataques não começaram agora, são frequentes e infelizmente muito comuns.

A única diferença, é que como um desses ataques gerou repercussão nacional, porque o agressor foi preso, liberado e depois preso novamente e se constatou que o “tarado” tinha muitas passagens pelo mesmo crime e a repercussão do caso fez com que a justiça fosse agilizada e saiu a condenação do agressor em poucos dias, mas de um outro ataque que já estava com seu processo se arrastando.

A realidade é que a maioria das vítimas, por vergonha e principalmente por saberem que não serão tomadas nenhuma providência contra o agressor, acabam por não registrar a ocorrência, e assim como ocorre com a grande maioria dos crimes, as vítimas preferem não perder seu tempo indo até uma delegacia, mas simplesmente agradecem a Deus por continuarem vivas.

O grande problema é que as leis e a postura de nossos governantes e legisladores fizeram nosso país estar nesta situação de fragilidade legal, onde o marginal não tem mais medo de ser preso.

E para nossa tristeza vemos que até integrantes do Ministério Público que deveriam ser os fiscais e defensores da lei agindo em defesa do bandido. Isso ocorreu no Mato Grosso, onde um Promotor de Justiça entrou com uma ação para que PM paguem um salário mínimo para os bandidos que prenderam em flagrante durante o assalto a uma concessionária. Clique aqui

E é por essas e outras posturas na nossa “justiça” que os criminosos estão cometendo crimes e mais crimes sem nenhum receio de serem presos, pois sabem que se forem presos, o que é raro, serão logo em seguida soltos, e agora ainda podem até pensar em entrar com uma ação contra quem os prendeu, alegando abuso de autoridade e ainda ganhar um extra, além do assalto.

Como dizem, temos que rir, para não chorar. Para tirar dúvidas mandem e-mail para [email protected]