Ao Mesmo tempo em que a tecnologia veio para facilitar nossas vidas, ela também veio para facilitar a vida dos golpistas.

A maioria das vitimas ao contrário do que muitos pensam, não são as mulheres, mas os homens e em especial os aposentados, pois as mulheres são por natureza mais desconfiados e mais atenciosas no que se refere a repassar informações pessoais, ao contrário dos homens que por serem mais autoconfiantes, acabam se tornando as vitimas principais, pois fornecem seus dados pessoais com muito mais facilidades.

Em qualquer lugar que vamos, seja num pronto-socorro, numa loja ou qualquer outro local, é comum pedirem nossos dados pessoais tais como CPF, número do RG, endereço residencial e telefones para contato para preencher a ficha cadastral e em muitos locais ainda pedem uma cópia dessa documentação, ou seja, todos os dados necessários para se efetuar uma fraude e em muitos casos quando vamos pagar com o cartão de crédito quem vai receber pega o cartão para colocar na máquina e nesse tempo pode tirar uma foto da frente e do verso do cartão, ou seja, conseguiu os dados do cartão para lesar o cliente.

Caso esses dados sejam furtados ou repassados indevidamente para pessoas inescrupulosas, os golpistas têm todos os dados necessários para montarem a documentação necessária para um golpe, que em sua somatória final chega a milhões todos os anos e com muita dor de cabeça para as pessoas que foram vitimas e que só se aperceberão do golpe ao terem seu nome no SERASA.

Um dos golpes mais comuns é a compra on-line, pois com a tecnologia atual não se faz necessário a presença física das pessoas para realizarem uma transação e com os dados pessoais da vitima em mãos conseguem fornecer todas as informações exigidas para efetuarem compras, sendo que a única alteração será no endereço de entrega do produto, o qual com certeza é apenas um ponto que caso seja verificado pela polícia não encontrará mais ninguém no local, pois esses marginais mudam periodicamente o endereço de entrega e como nossa justiça é morosa, eles sabem que entre a compra e a entrega, independente da vitima receber sua fatura para pagamento e ter realizado a queixa na delegacia, a probabilidade de alguém verificar os dados da entrega do produto e ir até o local para verificar é praticamente nula.

O QUE FAZER?

Procure os juizados especiais cíveis da sua cidade e peça indenização de até 20 salários mínimos a quem vendeu para o golpista, não precisa de advogado, mas se o prejuízo foi maior contrate um advogado.

E nunca esqueça que PREVENIR é sempre o melhor remédio.

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