A cada dia que passa mais e mais pessoas fazem seguro para se precaver do aumento da violência e proteger seu patrimônio.

Mas uma dúvida sempre fica. Será que o seguro vai me ressarcir do meu prejuízo

A resposta infelizmente é, nem sempre.

Por isso é fundamental ao contratar um seguro, ler com atenção e questionar com o corretor todas as dúvidas.

Apesar de cansativa, a leitura vai esclarecer o que o seguro está lhe oferecendo e fique atento à diferença entre roubo e furto. Roubo é a subtração de bens subtraídos mediante o uso de violência pelos marginais. O furto qualificado é a subtração dos bens, praticado através do arrombamento de portas, janelas ou outro sinal de invasão e é importante esclarecer que o seguro não ressarce o furto simples, que é o desaparecimento de algum objeto do interior da residência sem nenhum sinal de arrombamento.

Por exemplo, num seguro residencial não são cobertos para ressarcimento, joias, relógios e aparelhos de celular.

E para os demais itens da residência devem ser relacionados os produtos eletrônicos e os da chamada “linha branca” que são geladeira, fogão, máquina de lavar, etc… Móveis, roupas e objetos de uso pessoal não precisam ser incluídos na listagem a não ser que se tenha algum item que considere muito valioso e queira destacar.

Caso adquira outros itens é importante comunicar a seguradora por escrito e reavaliar se o valor do seguro está bom ou se necessita ser corrigido através de uma complementação.

Outra precaução a ser adotada, é no caso de uma viagem por mais de trinta dias, comunicar a seguradora para que em caso de um sinistro a mesma não queira alegar abandono do patrimônio.

Procure sempre guardar as notas fiscais dos bens para comprovar a existência dos mesmos, bem como é necessário fazer o Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e registrar todos os itens roubados ou furtados.

Mas nunca esqueçam que PREVENIR é sempre o melhor remédio.

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