Esta palavra está presente diariamente nos noticiários e nas conversas das pessoas, e é raro encontrarmos alguém que não passou por um grande estresse ou que não conheça alguém que já sofreu desse mal.

E os policiais que defendem a sociedade são uma das categorias profissionais que mais padecem desse mal, pois além dos problemas profissionais e pessoais que toda a população tem, eles ainda sofrem a pressão de no dia a dia estarem com suas vidas sendo colocadas em risco.

E graças a uma política de ética profissional dos nossos meios de comunicação não são divulgados os que em virtude dos problemas decorrentes em suas vidas pessoais e profissionais acabam por retirar a própria vida.

Uma parcela da sociedade e uma parte de nossa imprensa não valorizam o trabalho dos policiais e os criticam, independente de sua atuação estar correta ou não, e quando os mesmos perdem a vida defendendo a sociedade simplesmente dizem que “ganham” para isso.

Se um marginal é morto em confronto, essa parcela da sociedade e da imprensa que só sabe criticar a ação da polícia, mas que nunca viu, nem presenciou a ação de marginais cometendo verdadeiras barbáries, sai atacando a polícia como se os policiais fossem assassinos e os marginais, verdadeiros “anjos”, vítimas da sociedade e que a polícia é a responsável por ele matar, estuprar, roubar e quaisquer crimes que tenham cometido.

Mas se um policial morre no cumprimento do dever, ou se um cidadão é morto por um marginal, os representantes dos direitos humanos não aparecem e não fazem nenhum comentário, porem, se um bandido e vagabundo é morto pela polícia, fazem movimentos de protestos, passeatas e tentam, transformar o marginal num “herói” que foi brutalmente assassinado pela polícia, ou seja, armam um verdadeiro “circo” que infelizmente é aplaudido por essa parcela da sociedade que nem sabe o que fala, mas simplesmente são contra a polícia e por uma parcela da mídia que só tem interesse em sensacionalismo e nos índices de audiência.

Por isso se queremos uma sociedade mais segura, o primeiro passo é cobrar um trabalho sério e competente, mas também valorizar o trabalho das polícias.

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