Foto: Banda B

Vivemos num mundo do politicamente correto, onde as pessoas perderam a liberdade de expressar o que sentem ou querem comentar.

Primeiro tem que se analisar o que vai falar e ver se não irá agredir ou ofender uma pessoa, uma classe social ou um grupo étnico.

Mas em contrapartida os que se apresentam como minorias ou grupos perseguidos, se sentem no direito de fazer ou falar o que querem, sem receio de serem cobrados ou julgados.

É comum vermos esses grupos interditando ruas e rodovias, atrapalhando o transito e prejudicando os cidadãos de bem que pagam seus impostos e indiretamente sustentam esses grupos que sobrevivem com recursos do governo federal.

Agora vemos dois movimentos se posicionando próximos à Polícia Federal, os prós Lua e os contra o Lula.

Os movimentos sociais para manter um número de pessoas constante, através de relatos dos próprios integrantes do movimento, dizem que a cada dois dias os ônibus trazem novos integrantes e levam os que aqui estavam.

Se essas pessoas são trabalhadores, como é que abandonam seus empregos ou o serviço para ficarem acampados?

E qual é o custo diário para se manter esse acampamento?

E quem está bancando esse custo?

E nossos políticos, em vez de fazerem seu trabalho no Congresso Nacional, ficam viajando de um lado para o outro a fim de fazerem protestos, então se acham, que o que está ocorrendo é injusto, não apenas com o Ex-Presidente Lula, mas com muitos outros apenados, porque não fazem uma lei que resolva em definitivo isso ao invés de só fazerem ”barulho” para aparecerem na mídia.

Precisamos de leis que não gerem várias interpretações, onde os ricos tem dinheiro para usarem a sua melhor interpretação, enquanto os pobres sofrem com a sua pior interpretação.

E nunca esqueçam, PREVENIR é sempre o melhor remédio.

Encaminhem suas dúvidas para [email protected]