Cena da novela A Força do Querer – Foto: GShow

O que é certo e o que é errado?

Estamos acompanhando uma novela que está expondo a tranquilidade com que os marginais circulam livremente, armados com fuzis, pistolas e outros tipos de armas, e só quando a personagem policial tem que aparecer é mostrado uma intervenção da polícia nos morros.

Esta é a realidade nua e crua, onde os policiais que diuturnamente colocam suas vidas em risco não são valorizados, enquanto que os marginais são enaltecidos e seguidos por adolescentes, alguns, vítimas das circunstâncias e outros por simplesmente gostarem do mundo marginal e por uma busca por dinheiro fácil, mesmo que esse dinheiro represente a morte de inocentes.

Vivemos um momento triste em nossa sociedade, onde quase que diariamente vemos, policiais mortos, principalmente os policiais militares que estão sendo regularmente executados.

E se acham que essa violência está restrita ao Rio de Janeiro, estão errados, pois a violência está em todos os locais, até mesmo nos pequenos municípios que até a pouco tempo eram lugares tranquilos.

O crime organizado está cada dia mais presente em todos os ambientes, e o Estado não consegue fazer nada, perdendo a cada dia uma “luta” contra os marginais.

E como sempre digo, não adianta querer achar um culpado, que quase sempre essa culpa é colocada na polícia, pois os policiais são apenas cidadãos comuns, que usam uma farda para proteger os demais cidadãos.

Enquanto vermos marginais cometendo crimes, matando e mesmo que presos em flagrante, saírem rindo da delegacia e dando “tchauzinho” para as câmeras de televisão, e debochando da sociedade, nada irá mudar.

E o que fazer? Simples!

A população tem que escolher melhor seus representantes, e não sair trocando voto por uma cesta básica ou uma promessa de emprego, que geralmente é, para apenas receber o salário e não trabalhar, colaborando ainda mais com a corrupção em nosso país.

Enquanto vermos e ficarmos calados quando algumas pessoas saem descaradamente em defesa dos marginais, mas em contrapartida não nos

posicionamos quando um cidadão de bem é morto, a violência e a segurança nossa e de nossos entes queridos, estará cada vez mais em risco.

E como diz a frase de Martin Luther King “O que me preocupa, não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”

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