Imagem ilustrativa; Fonte; www.vivamelhor.com.br

Quando temos um bebê em casa nos acostumamos àquelas “doenças infantis” cujos sintomas como, febre ou manchas vermelhas espalhadas pelo corpo são comumente diagnosticadas pelos experientes pediatras. Tomando os devidos cuidados a transmissão torna-se improvável. E quando eles crescem? Crianças maiores também podem apresentar sinais, porém quando se tem a carteira de vacinação em dia, o diagnóstico correto passa a ser mais difícil.

Chamo atenção para essa questão para falar sobre a necessidade de se manter o cuidado no diagnóstico e o perigo de contágio. Isso porque, segundo a literatura, a Surdez Congênita está presente desde o nascimento e tem como uma das causas as doenças que acometem a mãe na gravidez (rubéola, sarampo, varicela, entre outras) ou mesmo uso inadequado de medicamentos ou infecções, complicações no parto ou síndromes genéticas.

O Portal Otorrinolaringologia define que a Rubéola Congênita é a doença infecciosa mais importante dentre as causas de surdez no Brasil e ocorre em 1 a cada 10.000 nascimentos. Daí a importância de a gestante evitar contato com pessoas que estão com a doença, sendo essa a principal forma de prevenção.

Em tempos em que a Inclusão Social e Educacional tem sido discutida por especialistas com objetivo de traçar metas e melhorar a qualidade de vida e de educação, é impossível deixar de lado as implicações de uma deficiência auditiva. A consequência mais relevante de tal diagnóstico, sem dúvida, é a comunicação.

A família deve contar com o apoio de médicos e fonoaudiólogos desde a maternidade para que possam orientar sobre os programas de diagnóstico e intervenção precoces desmistificando a ideia de que o indivíduo surdo não poderá falar ou se comunicar. Diferentes abordagens e programas ligados a saúde e educação poderão assegurar a inserção desse indivíduo na escola e na sociedade.

*Sobre o blog:

O Blog Cotidiano em foco é feito pela equipe da INTEGRALLE formada pelas profissionais :

Ana Valéria Souza
Fonoaudióloga
CRFa 7370-PR
Formada pela PUC-PR
Fonoaudióloga Clínica desde 2000 atuando com intervenção nos distúrbios da comunicação.
Fonoaudióloga Educacional desde 2008 desenvolvendo projetos de prevenção, triagens, formação de professores e orientação aos pais.
Premiada pelo Sindicato das Escolas Particulares do Paraná pelo projeto “Crescendo e Aprendendo”(2015)

Profissionais da Integralle

Yasmine Hernandes David João
Psicóloga
CRP-08/24131
Formada pela Universidade Positivo
Psicóloga clínica, trabalha com crianças e adolescentes.
Atua com transtornos geralmente diagnosticados pela primeira vez na infância ou adolescência.

Marini Fussek
Fonoaudióloga
CRFª 4047
Especilista em Linguagem
Especialista em Distúrbios da Comunicação
Neuropsicopedagoga
Mestre em Educação
Fonoaudióloga clínica
Professora de Pós Graduação

A equipe INTEGRALLE – Centro de Atendimento Terapêutico e Educacional, oferece:
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– Grupos de orientação e atualização do conhecimento
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– Público: pais e familiares, Escolas, educadores, acompanhantes terapêuticos, profissionais e estudantes da área da saúde e educação.