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O texto de hoje, abordará sobre as crianças que se enquadram no espectro autista. Um dos critérios diagnósticos são as deficiências persistentes na comunicação e interação social e como sabemos, precisamos das pessoas para darem sentido a nossas emoções. Neste caso, não podemos pensar só no cognitivo, precisamos desenvolver a maturidade emocional.

Sim, é importante aprender habilidades cognitivas e comportamentais, porém muitos esquecem do emocional, que é um enfoque importante e necessário para que as crianças desenvolvam habilidades sociais.

A intervenção neste caso, é desenvolver um trabalho para integrar a criança socialmente, mesmo com seu desconforto. Podemos exemplificar o quão importante é trabalhar no desenvolvimento das habilidades emocionais com o seguinte exemplo.

Imaginem uma criança apresentando sinais de nervosismo, irritação e desorganização, sem conseguir expor suas sensações de forma adequada (que não a afete), nesta cena há pessoas com dificuldades em perceberem o que está irritando tanto essa criança. A situação acarreta um grande sofrimento para o pequeno, e certamente afetará o aproveitamento do mesmo, que não tem habilidades para dar conta da situação de outra maneira. Neste exemplo, podemos entender que são as emoções que impulsionam os comportamentos.

A grande questão é deixar com que os pequenos encarem suas emoções, e não os distrair para que não passem por essas sensações. Ajudar, mediar para que a criança sozinha saiba lidar, entender, expressar aquilo que causa um sofrimento.

Outro exemplo que podemos mencionar no caso do autismo, é sobre a tendência em criar rituais. Neste caso, a criança busca manter o garfo em um mesmo lado em todas as suas refeições, porém, a mãe neste dia dispôs o garfo do lado oposto. Este movimento, gerou medo e raiva na criança que expressou com gritos e autoagressão. A ideia da intervenção, é manter a colher no local errado e ajudar para que a própria criança corrija e saiba lidar com a situação.

*Sobre o blog:

O Blog Cotidiano em foco é feito pela equipe da INTEGRALLE formada pelas profissionais :

Ana Valéria Souza
Fonoaudióloga
CRFa 7370-PR
Formada pela PUC-PR
Fonoaudióloga Clínica desde 2000 atuando com intervenção nos distúrbios da comunicação.
Fonoaudióloga Educacional desde 2008 desenvolvendo projetos de prevenção, triagens, formação de professores e orientação aos pais.
Premiada pelo Sindicato das Escolas Particulares do Paraná pelo projeto “Crescendo e Aprendendo”(2015)

Profissionais da Integralle

Yasmine Hernandes David João
Psicóloga
CRP-08/24131
Formada pela Universidade Positivo
Psicóloga clínica, trabalha com crianças e adolescentes.
Atua com transtornos geralmente diagnosticados pela primeira vez na infância ou adolescência.

Marini Fussek
Fonoaudióloga
CRFª 4047
Especilista em Linguagem
Especialista em Distúrbios da Comunicação
Neuropsicopedagoga
Mestre em Educação
Fonoaudióloga clínica
Professora de Pós Graduação

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