Álvaro Dias: janela de oportunidades

Que Álvaro Dias tende a ser muito bem votado para presidente da República no Paraná, quase ninguém dúvida. No entanto, um grupo de empresários de primeiro time e políticos está passando das manifestações de otimismo à prática em torno da AD: esse pessoal fundou em Curitiba o Movimento Suprapartidário para Desenvolvimento do Paraná que passa a ter um papel de militância explícita e ampla.

O grupo nasceu a partir de lideranças do IDL e do Pró-Paraná, duas entidades voltadas à valorização do papel, seu potencial, sua gente. Dia 7 de junho “detonará” suas ações visando a eleger Álvaro.

CAPITAL HUMANO

Desse grupo de patrícios paranaenses fazem parte, por exemplo, os ex-governadores Mário Pereira e João Elísio Ferraz de Campos, os empresários Francisco Simeão Neto, Oriovisto Guimarães, Joel Malucelli, dentre outros. Os ex-deputados Nilson Sguarezzi e Johny Varisco são dos políticos engajados no novo movimento, assim como prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e ex-vereadores e vice-prefeitos de pelo menos 300 cidades do Paraná. Presidentes de associações microrregionais também estarão no grande encontro.

EM 7 DE JUNHO

Pois anotem: no próximo dia 7 de junho, o Movimento Suprapartidário para o Desenvolvimento do Paraná fará reunião, às 10 horas, com Álvaro Dias, no restaurante Madalosso, de Santa Felicidade, reunindo todas essas lideranças; depois de acertados os detalhes do “modus operandi” do movimento, haverá almoço em torno do presidenciável. Álvaro discursará expondo suas metas, suas propostas.

JANELA DE OPORTUNIDADE

Os organizadores do movimento estão otimistas. Acham que se Álvaro sair do Paraná com votação expressiva, como a última que teve aqui, “e mais 6% que conquistará no resto do país”, terá todas as condições para eleição.

Uma fonte do Movimento insiste na tese do grupo: “Álvaro é a melhor janela de oportunidades que o nosso Estado já teve de chegarmos à Presidência.”

Uma das bandeiras mais caras ao grupo, dentre as levadas a Álvaro, está a da federalização das universidades estaduais, o que, se consumado, significará a economia anual de, pelo menos, R$ 3 bilhões, recursos que poderão ser, então, direcionados à ampliação da infraestrutura rodoviária e ferroviária do Estado.

Mário Pereira: liderança; Joel Malucelli: mundo empresarial; Nilso Sguarezzi: voz da política; Francisco Simeão Neto: parte do movimento

CODINOME NA CASA CIVIL

Dilceu Sperafico: ‘passos de tartaruga’

Pela enorme capacidade que vem demonstrando em “sentar em cima” da papelada que deveria estar movimentando a Casa Civil do Governo, o deputado Dilceu Sperafico passou a ser chamado de “Não espera, Sperafico”.

 

 

 

 

 


ALCENI NÃO É DE GUERRA

(PRIMEIRA PARTE)

Alceni Guerra: pura maldade de ACM

O ex-ministro da Saúde e médico pediatra Alceni Ângelo Guerra, 72 anos, tem uma missão árdua pela frente. Acostumado a aparar arestas na vida política, ele assumiu posição de assessor especial da governadora do Paraná, Cida Borghetti, há menos de uma semana. Guerra desvestiu o pijama de homem privado e aceitou convite de Cida, retomando, assim, à carreira de administrador público que prometera abandonar.

SENTIMENTO DE EFEMERIDADE E DE RENOVAÇÃO

Sua tarefa, a princípio, é agir como um bombeiro. Pretende apagar o fogo das vaidades de uma administração pública que carrega em seu bojo o sentimento de efemeridade, em um governo de oito meses e, ao mesmo, de renovação, caso Cida Borghetti conquiste a reeleição. Os números a seu favor podem ganhar fôlego já nas próximas pesquisas. Afinal, há um condimento feminino de confiança que ela, inegavelmente, parece inspirar.

CEM ANOS DE “SOLEDADE”

Guerra é sobrenome, mas está longe de definir a história do gaúcho, nascido em Soledade, no interior do Rio Grande do Sul. Abusando de um trocadilho literário, a família Guerra, certamente, não viveu cem anos de “soledade” antes de fincar raízes profundas e construir um patrimônio invejável em Pato Branco.

NO TREM DESGOVERNADO DE COLLOR

Um fantasma ronda a biografia de Alceni Guerra e dele não vale a pena se esquivar. Quando Ministro da Saúde na administração do ex-presidente Fernando Collor de Mello (1990-1992) – hoje ensaiando uma banda de pífanos (alguns diriam pífios) em sua tentativa de retornar ao Planalto –, Alceni viu seu nome envolvido em escândalo que, em anos posteriores, seria devidamente esclarecido em seu favor, ainda que as sequelas permaneçam.

PRÓXIMO PRESIDENTE

Segundo a versão de Guerra, ele teria sido chamado ao gabinete de Collor em 19 de outubro de 1991 e ouvido dele uma revelação surpreendente:

– Ele me disse assim: “Eu já me decidi. Você será meu sucessor. Quero que perca esse sotaque paranaense, procure os ministros militares, os líderes políticos e o presidente do STF e os deixe informados. Você tem dez dias”.

O CASO DAS BICICLETAS

Foi então, segundo Guerra, que as denúncias se precipitaram. Em poucos dias, os jornais publicaram informações dando conta de que o Ministério da Saúde comprara 22 mil bicicletas superfaturadas, através de uma concorrência fraudulenta que beneficiava as Lojas Do Pedro, pequena rede de comércio de eletrodomésticos localizada em Curitiba. As bicicletas seriam usadas por agentes da Funasa, a Fundação Nacional de Saúde – órgão vinculado ao ministério – para o combate à cólera.

COISA DE ACM

Guerra atribui a responsabilidade da denúncia ao ex-senador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007), cujo projeto era transformar em presidente da República o filho, Luiz Eduardo Magalhães, falecido em 1998, aos 43 anos, e resolveu contra-atacar com um ‘dossiê fajuto’.

– Hoje eu entendo o senador. Eu até o encontrei, tempos depois, e nós tivemos uma longa conversa. Era natural que ele ambicionasse a eleição do filho à presidência. Mas aquele episódio quase enterrou minha carreira política. Por sorte, Paulo Brossard, o presidente do STF à época, e o procurador-geral da República, Aristides Junqueira, entenderam que não havia, no caso, qualquer ilícito penal e o arquivaram – afirma.

(CONTINUARÁ)

Fernando Collor: a escolha anunciada; Antonio Carlos Magalhães: queria o filho; Paulo Brossard de Souza Pinto: fez justiça

PARANAGUÁ DECRETA “CAMINHADA PELA PAZ”

Patricia e Cintia organizadoreas da Caminhada pela Paz

As jovens Cinthia Cordeiro e Patrícia Camilo, que tiveram a ideia de fazer a “Caminhada pela Paz”, como uma forma da população de Paranaguá mostrar sua indignação pela onda de violência que assola a cidade, firmaram o propósito de manter a mobilização.

GRUPO DE APOIO

No sábado, dia 12, elas se reuniram com o grupo de apoio para fazer uma avaliação do dia 10 e preparar o encaminhamento da “Carta Aberta”, lida durante a caminhada, solicitando segurança efetiva para o município de Paranaguá e Litoral. Desta reunião surgiu o movimento organizado:

“Paranaguá Contra a Violência”.

CARTA ABERTA

Os participantes do movimento, estão protocolando esta semana a “Carta Aberta” em vários órgãos e setores públicos, propondo o prazo de 10 dias para que respondam os itens pertinentes a cada área. “Vamos acompanhar o cobrar estas respostas, bem como informar a população sobre estes resultados”, afirmou Cinthia Cordeiro. “Convidamos as pessoas, grupos, associações, enfim todos os que quiserem ajudar, lembrando que o movimento é apartidário e ecumênico”, finaliza.

SUPERAR VIOLÊNCIA

Os próximos passos do movimento “Paranaguá Contra a Violência”, além do acompanhamento das reivindicações da “Carta Aberta” são: providenciar uma identificação visual para o grupo e participar do fórum “Fraternidade e Superação da Violência” no Teatro Rachel Costa, dias 21,22 e 23 deste mês.

O movimento Paranaguá contra a violência é apartidário e ecumênico

DOS LEITORES

“SOBRE EDINHO, MATÉRIA PERFEITA…”

Boa noite.

Eu, Cirleide Silva, venho solicitar deste meio de comunicação que exclua o nome da Femotiba da matéria que fala do Edinho Vieira; Sou presidente da Federação mas não usamos a entidade para fazer acertos ou apoiar Candidatos.

Conheci o Sr. Edinho devido nosso evento que aconteceu dia 05 de maio, um amigo me apresentou dizendo que o mesmo poderia patrocinar o evento, não dispensamos o apoio deixando claro que essa contribuição não nos deixaria amarrados para lhes apoiar; O fato é que se tivéssemos confiado nele… e não buscado outros apoios para o nosso evento, com a ajuda dele o mesmo não teria acontecido, pois não nos ajudou em nada, um centavo que fosse e somente na véspera do evento foi capaz de nos falar que não tinha meios para isso. Embora houvesse prometido ajuda.

Toda a matéria ficou perfeita, pode deixar meu nome: gostaria de tirasse apenas o nome da Femotiba, pois a entidade pode ficar manchada veiculada com o nome desse cidadão…

Agradecemos sua compreensão desde já. Dúvidas ou maiores esclarecimentos, meu contato é 41 997055580

CIRLEIDE SILVA, Curitiba

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DEONILSON: SÓ AGORA?

Caro jornalista, muito boas as análises sobre o “Imperador” Deonilson Roldo, que pintou e bordou no Paraná por dezenas de anos; Sim, dezenas, pois a coluna esqueceu de dizer que ele foi também secretário de Comunicação de Jaime Lerner no Governo.

Mas tenho de registrar minha estranheza, perguntando: por que só agora a coluna resolveu entrar num assunto tão importante? E por que não dá os nomes dos dois “vigários” de Deonilson, seus notórios parceiros em toda sorte de empreendimento público e privado? Alguns nem sempre muito bem explicados…

MARIA RITA SANSONE RAUSCH, Curitiba

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TONI TAMBÉM GANHOU NA PUBLICIDADE

Caro professor,

Toni Garcia: sócio oculto?

A matéria “memória” de Toni Garcia, esse epifenômeno da vida paranaense, ficou quase perfeita. Foi mostrado, sem paixões, o perfil de um tipo humano envolvente, para o bem e, muitas vezes, para ações nebulosas, como as que o ligaram às ações no Banestado pelas quais foi condenado pela justiça.

Como tenho bem presente em minha memória o Paraná dos anos 1980, digo: faltou lembrar que Toni Garcia, então genro de Ney Braga, teve muitas facilidades para trabalhar na área de publicidade e propaganda do Governo. E assim ganhar bom dinheiro.

Ele foi, oficialmente, empregado da antiga agência de publicidade que era a queridinha dos secretários de Imprensa de Ney Braga. Sei os nomes dos dois secretários, que estão aí mesmos – um rico, outro, pobre.

Na prática, Toni teria sido um sócio oculto dessa “máquina de gerar milhões”.

M.N.VENTURA LIMA, Curitiba

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LUIZ CARLOS MARTINS LEVA LIDERANÇAS A CIDA

Caro professor,

Promovemos hoje (14) o encontro de prefeitos e vereadores da Região Metropolitana, Norte Pioneiro e Litoral do Paraná, com a governadora Cida Borghetti. Ela nos recebeu de braços abertos e ouvidos atentos para todas as reivindicações dos municípios que atendemos. Essas lideranças que estiveram hoje no Palácio Iguaçu estavam lá para fazer valer a voz do povo. Estamos a 100 km/h, igual a governadora. Saiba os detalhes aqui em meu site: http://www.luizcarlosmartins.com.br/luiz-carlos-martins-promove-encontro-de-prefeitos-com-cida-borghetti/

LUIZ CARLOS MARTINS

Cida recebe lideranças levadas pelo deputado Luiz Carlos Martins

PARCERIA:

NOVA UNIDADE DO SENAI EM PINHAIS

Edson Campagnolo: para ampliar serviços

O Senai já atuava em Pinhais desde 2003, quando foi firmada uma parceria com a Fundação Weiss Scarpa, que atua com ação social. Inicialmente, os cursos eram ofertados em um salão paroquial, até que a fundação cedeu um prédio para que a instituição se instalasse. Com a necessidade de ampliação da estrutura, a fundação cedeu, em regime de comodato por 25 anos, um terreno de 10 mil metros quadrados para que o Sistema Fiep construísse a nova unidade inaugurada nesta segunda.

MUITA DEMANDA

O presidente do Sistema Fiep, Edson Campagnolo, destacou a importância da parceria para a expansão das atividades da entidade, necessária para atender o número crescente de indústrias que se instalam em Pinhais e municípios vizinhos. “Pela proporção que tomou a cidade de Pinhais e outros municípios da região, percebeu-se a necessidade de se investir mais”, explicou. “Quanto mais demanda houver nos municípios e nas regiões, ali o Sistema Fiep estará presente, dando a oportunidade para que as pessoas se qualifi quem e busquem o conhecimento para depois colocar em prática nas empresas”, completou.

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